Auxiliamos o empreendedor no preenchimento da FCA, descrevendo informações essenciais para a instalação ou exercício das atividades de seu empreendimento, indicando a área de inserção, porte, estruturas pertinentes e/ou secundárias, entre outros itens. Após o preenchimento dá-se entrada no processo junto ao IPHAN, para análise dos técnicos, deste modo averiguando se existe ou não a necessidade de participação de um Arqueólogo no processo de licenciamento.

Empreendimentos classificados como nível IV, pela Instrução Normativa 001, de 25 de março de 2015, compreendem empreendimentos que causam interferência de médio e alto grau no solo, podendo assim perturbar e destruir quaisquer materiais arqueológicos que possam ser identificados na Área de Influência Direta (AID) do projeto, sejam em superfície ou em subsuperfície.

Assim como os empreendimentos classificados como nível IV, os classificados
como nível III, pela Instrução Normativa 001, de 25 de março de 2015, compreendem empreendimentos que causam interferência de médio e alto grau no solo, podendo assim perturbar e destruir quaisquer materiais arqueológicos que possam ser identificados na Área de Influência Direta (AID) do projeto, sejam em superfície ou em subsuperfície.

O Acompanhamento Arqueológico, também denominado Monitoramento Arqueológico, é realizado juntamente com o andamento das obras do empreendimento. Caso sejam identificados materiais arqueológicos o Arqueólogo responsável adotará as medidas cabíveis junto ao IPHAN.

O Salvamento Arqueológico, também denominado Resgate Arqueológico, consiste na etapa de escavação de sítios arqueológicos que serão impactados ou foram identificados e que não seja viável a sua preservação arqueológica no local e/ou houver risco de perda de informações arqueológicas relevantes.

Levar até a comunidade e população em geral o conhecimento do projeto que está sendo executado em sua região, demonstrando a sua importância e o papel da Arqueologia no desenvolvimento do empreendimento com ações educativas que os tragam para o Universo Arqueológico.

O Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico se faz necessário quando são identificados sítios arqueológicos no entorno do empreendimento, sendo avaliado pelo IPHAN sua necessidade e como se deve resgatar, criar medidas mitigatórias, assim como a divulgação da pesquisa para a comunidade.

Consistem em contextualização arqueológica e etno-histórica da área a ser trabalhada, averiguação do subsolo marinho, intervenções no subsolo marinho para averiguação do potencial arqueológico no entorno, assim como o resgaste e salvamento, quando for cabível ,do material identificado.

O levantamento geofísico através de aparelhos permitem identificar materiais arqueológicos que não são visíveis aos arqueólogos apenas através do mergulho. O sonar de varredura lateral é um dos equipamentos utilizados e permitindo também a detecção de variações no relevo do fundo do mar, trazendo indícios de possíveis sítios arqueológicos.

Realizamos consultoria para empreendimentos a serem instalados ou já instalados, propondo medidas a fim de agilizar o processo e custos.

Realizamos laudos de peritagem e auditoria em empreendimentos que já foram realizadas etapas de arqueologia, realizando a revisão de relatórios, apontando novas mediadas e ajustamentos. Também realizamos análise preliminar de áreas que o empreendimento não foi implantado a fim de agilizar o processo e custos.

Essas etapas fazem parte das fases para a obtenção das Licenças Prévias, instalação e Operação que constam no EIA/RIMA do empreendimento, seguindo as normas da Portaria nº 230, de 17 de dezembro de 2002 ou Instrução Normativa 001, de 25 de março de 2015.

Constituem bens culturais materiais tudo aquilo que tenha relevância e continuidade histórica, seja por sua vinculação a fatos memoráveis do país ou pelo seu valor arqueológico, etnográfico, bibliográfico ou artístico, que são registrados em quatro Livros de Tombamento: Arqueológico, etnográfico e paisagístico; Histórico; das Belas Artes e das Artes Aplicadas. Através desse estudo são identificados e registrados os patrimônios materiais ao entorno do empreendimento, assim como avaliar o impacto desse empreendimento a esses bens culturais.

Bens culturais imateriais constituem tudo aquilo que tenha relevância e continuidade histórica para a memória, a identidade e a formação da sociedade que são registrados em quatro Livros de Registros: dos Saberes; das Celebrações; das Formas e Expressões e dos Lugares. Através desse estudo são identificados e registrados os patrimônios imateriais ao entorno do empreendimento, assim como avaliar o impacto desse empreendimento a esses bens culturais.